quarta-feira, 29 de maio de 2013

Ministério homenageia capacetes azuis brasileiros no Dia Internacional dos Peacekeepers

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com
                                                                                      Fotos: Tereza Sobreira       
 Os 1.713 brasileiros que atuam em missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) foram homenageados em cerimônia alusiva ao Dia Internacional dos Peacekeepers – celebrado neste 29 de maio.

Esse quantitativo, composto de militares das três Forças Armadas, além de policiais e bombeiros, contribui para estabelecer a presença e estreitar o apoio do Brasil a nove nações: Chipre, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Haiti, Líbano, Libéria, Saara Ocidental, Sudão e Sudão do Sul.

Em ordem do dia lida durante solenidade no Grupamento de Fuzileiros Navais, em Brasília (DF), o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que “os capacetes azuis materializam o compromisso do Brasil com uma ordem internacional mais estável, próspera e justa”.

Nas palavras de Amorim, “os contingentes que mantemos no Haiti e no Líbano fornecem algumas das peças-chave para a concretização dos mandatos do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

Em seu texto, o ministro não deixou de citar a “satisfação” de ver um general do Exército Brasileiro (Carlos Alberto dos Santos Cruz) no comando militar da Monusco – missão no Congo, com cerca de 20 mil militares de 20 países.



A solenidade desta manhã foi presidida pelo comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto. Após o canto do Hino Nacional, ele depositou, ao lado de oficiais representantes dos comandantes das demais Forças, coroa de flores em respeito aospeacekeepers mortos em missões da ONU. Depois, foi a vez de ex-integrantes de operações de paz desfilarem no pátio da formatura.

Experiência brasileira

Para o comandante da Marinha, a data de hoje tem importância para o Brasil por causa da já consolidada experiência e sucesso do país em missões de paz. Falando sobre a participação da Força Naval, lembrou que a instituição é apenas “parte de um grande grupo” que ajuda na manutenção da lei e da ordem em operações desta natureza.
Moura Neto disse também que o comando brasileiro da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-Unifil), além das tropas que o Brasil mantém no Haiti, acarretam ao país bagagem de aprendizado em ações reais.
A participação do Brasil em missões de paz da ONU acontece desde 1956, quando enviou militares para Suez, no Egito. De lá para cá, o país atuou em mais de 33 missões das Nações Unidas e já enviou cerca de 27 mil militares ao exterior.

Um deles é o capitão de mar e guerra Alexandre Mariano Feitosa (foto ao lado), que esteve no Haiti nos anos de 2005 e 2006 e passou pela Síria entre o início de abril e fim de maio do ano passado. De acordo com ele, “o fato de ser brasileiro ajuda bastante” nas operações de paz, dada a popularidade do país junto ao exterior.

O oficial da Marinha disse, ainda, que incentiva e encoraja aos que desejam servir à causa da paz no mundo. “É gratificante ver a tranquilidade chegar ao lugar em que você está trabalhando, seja por causa das operações, ou pelas ações cívico-sociais [de assistência à população]”, finalizou.

Data
O Dia Internacional dos Peacekeepers é comemorado sempre em 29 de maio. A data é uma referência à criação da operação das Nações Unidas para supervisão do cessar-fogo na guerra Árabe-Israelense, em 1948. Essa foi a primeira missão de manutenção da paz da ONU. No entanto a data só passou a ser comemorada a partir de 2003.

De acordo com o ministro Celso Amorim, “no mundo multipolar em que vivemos, uma ONU reformada e representativa da nova realidade global será indispensável para nos manter a salvo do flagelo da guerra. O Brasil terá um papel cada vez mais destacado na manutenção da paz”.  


Fonte: Ministerio da Defesa 

FAB divulga plano de controle do espaço aéreo e ações de defesa

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

Momento que um F-5 simula intercepitação a uma aeronave
A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou na manhã desta quarta-feira (29/5), no Rio de Janeiro, o planejamento para o controle do espaço aéreo e as ações de defesa durante a Copa das Confederações. Representantes do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) e do Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR), órgãos da Aeronáutica envolvidos diretamente na coordenação das ações, explicaram quais medidas serão adotadas para minimizar o impacto na aviação, especialmente nas seis cidades-sede durante o período de 15 a 30 de junho.
“O planejamento foi realizado para atender as normas de segurança da FIFA e para que a população possa circular nos aeroportos sem atrasos”, afirma o Chefe do CGNA Coronel Aviador Ary Rodrigues Bertolino sobre o trabalho que começou em 2011.
O plano engloba todo o espaço aéreo brasileiro, uma área de 22 milhões km2 sob a responsabilidade do Brasil, com ênfase nas capitais Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro.
Veja os principais pontos abordados:
Slots coordenados - Dois dias antes e dois dias após a data de cada jogo, os aeroportos da cidade-sede terão os slots (intervalo de tempo determinado para pouso e decolagem da aeronave) de todos os segmentos de aviação (geral, regular e civil) coordenados pela ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil) e pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Os aeroportos das cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo ficarão coordenados durante todo o período.
O critério de distribuição será de 80% para a aviação comercial, não-regular, chefes de estado e governo estrangeiros, além das seleções de futebol. Aeronaves do comitê organizador local e autoridades brasileiras ficarão com o máximo de 10%. Os outros 10% ficarão com a aviação geral.
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Momento da reunião 
Sala master de controle – Todos os órgãos do governo, como Secretaria de Aviação Civil (SAC), ANAC, Polícia Federal, Anvisa, Infraero, Receita Federal, DECEA, COMDABRA, e as empresas aéreas estarão centralizados no CGNA, localizado no Rio de Janeiro. “Caso ocorra algum problema no tráfego aéreo, vamos adotar o conceito de decisão colaborativa”, explica o Coronel Bertolino. Segundo ele, a medida vai facilitar e agilizar o processo e a tomada de decisão. A partir do dia 05 de junho estará liberada a alocação de slots para aviação geral e táxi aéreo para a Copa das Confederações no site www.cgna.gov.br.
Restrição de áreas – A partir da localização do estádio de futebol, foram criadas áreas de exclusão classificadas como reservada, restrita e proibida, identificadas como branca, amarela e vermelha, respectivamente. Uma hora antes e quatro horas depois do início do jogo as áreas estarão ativadas. “O plano foi concebido para proteger o estádio de futebol e as áreas próximas”, explica o Chefe do CGNA.
Durante as cinco horas, na área reservada, com raio de 54 milhas (97,2 km), não serão permitidos voos de treinamento e instrução ou a circulação de asa delta, por exemplo. Na região restrita, que compreende 12 km, não serão permitidos voos de aviação geral (táxi aéreo ou aeronave particular). Já na área proibida, com cerca de 7 km, só poderão voar as aeronaves previamente autorizadas pelo COMDABRA, como as militares, de busca e salvamento, ambulância e segurança pública.
Só as aeronaves que possuem o transponder (equipamento de identificação para tráfego) poderão entrar nas áreas de exclusão. “As rotas de helicópteros serão suspensas nessa região durante o período”, afirma o chefe do CGNA.

Bases aéreas – O embarque e o desembarque dos chefes de estado serão realizados nas bases aéreas. Elas também apoiarão aeronaves de porte menor (classificadas nas categorias A e B, como os jatos Learjet ou Legacy) que integram a lista da FIFA.
As bases militares de Brasília (DF), do Galeão (RJ) e de Fortaleza (CE) também serão utilizadas para receber as delegações de futebol. “Teremos a coordenação com outros órgãos do governo, como a Polícia Federal, a Receita Federal e Anvisa, para a entrada e saída do país das comitivas”, afirma o Chefe Interino do Estado-Maior do COMAR III, Coronel Aviador Arnaldo Augusto do Amaral Neto.
Defesa Aérea – Cerca de 10 aeronaves estarão fazendo a segurança do espaço aéreo nas cidades-sede.
Os caças de alta e baixa performance, helicópteros, aviões-radar, reabastecedores e aeronaves remotamente pilotadas estarão voando durante as cinco horas em que vigorar a exclusão aérea. Além disso, o sistema de artilharia antiaérea estará posicionado em algumas localidades.
“Se todos cumprirem exatamente o que está previsto, todos poderão voar com segurança e tranquilidade. Caso houver necessidade, estamos prontos para agir”, explica o Chefe Interino do Estado-Maior Conjunto do COMDABRA, Coronel Aviador Alcides Teixeira Barbacovi. As aeronaves que desrespeitarem as regras da zona de exclusão serão interceptadas, estando sujeitas as medidas de intervenção, persuasão e detenção.
Saiba mais 
Aviação Geral – são os voos realizados por aeronaves particulares e por empresas de táxi aéreo.
Aviação Regular – são os voos, domésticos ou internacionais, comerciais realizados pelas empresas aéreas com regularidade.

Exército simula tática de dispersão no Maracanã

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

treino do EBPara conter possíveis manifestações consideradas fora de controle pela Guarda Municipal nas entradas do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o Exército simulou hoje (29)  uma tática de dispersão com o uso de cães. A força ficará responsável por intervir no acesso da ala leste do estádio, enquanto a Polícia Militar garante o acesso oeste.
Cerca de 150 soldados do 1º Batalhão de Guardas, que fica em São Cristóvão, foram convocados para simulação. Eles fazem parte da equipe de 800 homens que estarão disponíveis nos dias de jogo no estádio, começando pelo amistoso entre Brasil e Inglaterra neste domingo (2). Os militares ficam no quartel até serem requisitados pela Secretaria Estadual de Segurança Pública.
Equipados com escudos, cassetetes, roupas com proteção de borracha, armas letais e não letais, como granada de luz e som e balas de borracha, os soldados mostraram uma tática em que liberam cachorros da raça pastor alemão contra os militares que fizeram o papel de manifestantes. Conforme foi demonstrado, se fracassar a tentativa da guarda de conter torcedores, os militares fazem uma formação em linha de onde soltam os cães.
Responsável pela operação, o general José Alberto Abreu, explicou que os animais obrigam que o grupo de manifestantes retroceda. “O cachorro faz parte da tropa e o manifestante, qualquer que seja, teme o cachorro”, declarou. “A finalidade não é, especificamente, agredir, mas o cumprimento da missão [de desobstrução do acesso]”.
O emprego da força policial na repressão a manifestações tem sido questionada no Rio depois das imagens da desocupação do Museu do Índio, em março, e do protesto feito durante o jogo teste no Maracanã, em abril. À época da desocupação, a  Defensoria Pública da União (DPU), que estava no local, cogitou entrar na Justiça contra a Polícia Militar.
Para o movimento O Maraca É Nosso e  o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, que têm articulado as principais manifestações na cidade, há abuso da força. “Tem sido usadas estratégias violentas contra manifestações pacíficas. Temos farto material audiovisual sobre isso”, disse o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Gustavo Mehl, dos dois grupos.
“Essas estratégias militares de repressão nos preocupam muito. A gente se pergunta,  como vai ser, na Copa do Mundo, uma ação desproporcional contra o direito de protestar pacificamente?”, questionou o representante do movimento O Maraca É Nosso e do Comitê Popular, que criticam o caráter comercial da licitação do estádio e a demolição de centros esportivos no entorno.
Além de controlar os acesso, o Exército pode substituir, se acionado, seguranças privados dentro do estádio. Na parte interna, podem atuar 150 militares disfarçados.
FONTE: Agência Brasil VIA: Defesa Aérea & Naval/ Luiz Padilha

PMs integrantes de missões comemoram Dia de Paz da ONU

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com
Foto: Policia Militar 
Os oficiais da PM participaram de missões no Timor Leste e Kosovo
Os oficiais da PM participaram de missões no Timor Leste e Kosovo
Quatro oficiais da Polícia Militar, que enfrentaram missões de Paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no Timor Leste e no Kosovo, participaram na manhã de hoje (29) da comemoração do Dia Internacional dos Peacekeepers (os integrantes das missões), no Quartel General do Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, zona sul da Capital.
A primeira Missão de Paz da ONU remonta ao conflito Árabe-Israelense de 1948. Na solenidade desta quarta-feira, o general do Exército, Adhemar da Costa Machado, homenageou militares que participaram de algumas ações da Organização das Nações Unidas.
Ao longo desses 65 anos, 22 policiais militares de São Paulo serviram em seis países. Um deles foi o capitão Ivan Gonzaga de Oliveira, de 37 anos, que trabalha no Batalhão de Trânsito da PM. Em 2002, ele atuou no Timor Leste, país do Sudeste Asiático, praticando o lema “Juntos servimos a serviço da Paz”.
Durante um ano e meio, o oficial trabalhou no Batalhão de Choque e Intervenções da ONU. “A integração com policiais de outros lugares foi muito importante. Mais de 70 países também estavam em missão. Essa experiência me ajuda muito no meu trabalho de hoje”, comentou o capitão.
Os boinas azuis
Os policiais militares que desejam se tornar “boinas azuis” (como são conhecidos os integrantes das missões) precisam ser oficiais. As seleções são feitas pelo Exército e acontecem duas vezes por ano. Depois disso, os PMs passam por um curso preparatório que é realizado pelo Ministério da Defesa. 
Fonte: Secretaria de Segurança Publica de São Paulo
Materia de: Leonardo Amorim

Avião cai em uma casa em Sorocaba-SP

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

Piloto e copiloto morreram com a queda de um avião monomotor na tarde de hoje no Jardim São Guilherme, em Sorocaba. O acidente ocorreu por volta das 15h40, na rua Belmiro Moreira Soares, altura do número 1.189. 

Acredita-se que o piloto tenha tentado fazer um pouso forçado numa área utilizada como campo de futebol. A queda, no entanto, aconteceu bem em frente a uma casa. A asa do avião atingiu o muro da residência. Com a explosão, um incêndio se propagou e atingiu 50% do imóvel. Os moradores saíram ilesos, pelos fundos do local. Nenhum morador do bairro se feriu. os corpos das vítimas ainda estão sob os restos da aeronave. O piloto Cauan Nichelimi e o copiloto Fernando Bondezan Moreira, 34 anos, morreram na hora.

O avião anfíbio, prefixo PPXLR, decolou no Aeroporto de Sorocaba com destino a Jundiaí. Moradores que testemunharam o ocorrido contam que momentos antes da queda a aeronave começou a perder altitude em movimentos giratórios, direto ao chão.

O monomotor de fabricação norte americana passou por manutenção numa das oficinas instaladas no aeroporto de Sorocaba. O barulho da explosão e o risco de propagação das chamas gerararam pânico entre os moradores. Alguns deles, usaram mangueiras para debelar o fogo que se espalhava pela rua em razão do vazamento de querosene combustível. A casa atingida foi interditada pela Defesa Civil por medida de segurança. Outra também sofreu avarias, mas em proporção menor.

A rede elétrica foi atingida, o que ajudou a propagação do incêndio. A região está sem energia. De acordo com a Urbes - Trânsito e Transportes, os semáforos do bairro tiveram o funcionamento interrompido durante 30 minutos, mas já foram reestabelecidos. Durante este tempo agentes auxiliaram o trânsito. Viaturas da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e GCM estão no local, além do helicóptero Águia. 

FONTE: www.facebook.com/wallyhackser
 


HANNA PAULA PEREIRA/CORTESIA

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Aeronave ficou completamente destruída

Em nota o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) informou que a investigação das causas do acidente será realizada pela Aeronáutica, por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa).

Já a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou comunicado no qual esclarece que o avião envolvido no acidente era uma aeranove experimental. Ainda de acordo com a FAB, aviões deste tipo não precisam passar por investigação após acidentes, mas o órgão não descarta a possibilidade.


Veja como era o local do acidente e como ficou após a queda do avião:


Exibir mapa ampliado
ADIVAL B. PINTO
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Moradora de casa atingida pelo fogo conta como escapou

Duas meninas de 16 anos estavam nas casas atingidas pelo fogo gerado a partir da explosão. Elas foram salvas por Marcelo Gasque Colares, 26 anos, que trabalhava na instalação de um para-raios no telhado de uma residência próxima, e correu para prestar ajuda após testemunhar a queda da aeronave.

Andrezza Ribeiro de Oliveira, 16 anos, e sua vizinha, da mesma idade, foram retiradas pelo homem, através do muro dos fundos de um dos imóveis.

Ainda emocionada, Andrezza contou que tinha acabado de almoçar e levava comida para seu cachorro, quando ouviu o estrondo e sentiu a casa tremer. "Eu saí da minha casa, peguei o cachorro e pulei para a casa da minha tia, porque imaginei que pelo corredor ao lado daria para sair, mas vi o fogo entrando por debaixo do portão", relembrou assustada. Ela contou ter encontrado a inquilina da tia e decidiu retornar à sua casa. Empurrou uma máquina de lavar até o muro e pulou de volta com a vizinha, levando consigo o cachorro. De volta à casa onde mora, correu para os fundos e começou a gritar por ajuda. O morador da casa vizinha dos fundos ouviu o pedido de ajuda e chamou Marcelo, que conseguiu puxar as duas pelos braços. O animal de estimação também foi resgatado. Todos saíram ilesos.

Após o resgate, Marcelo entrou na casa a tempo de remover o botijão de gás e evitar um estrago maior. Ele precisou quebrar o vidro de uma das portas e feriu-se na mão. "Eu não pensei duas vezes. Entrei e tentei ajudar como pude. O calor e o cheiro de fumaça estavam muito fortes, mas, na hora, só estava preocupado em colaborar. Foi muito terrível. Eu nunca tina visto um acidente desse tamanho. Acho que vou me lembrar de tudo enquanto viver", declarou.

ALDO V. SILVA
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Documento de copiloto foi recuperado entre os restos do avião

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul 

Marinha terá 2,5 mil militares na segurança da Copa das Confederações

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

A Marinha do Brasil vai mobilizar entre 2 mil a 2,5 mil militares para o esquema de segurança que vai vigorar durante a Copa das Confederações, que ocorre no País entre os dias 15 e 30 de junho. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo capitão de fragata Osmar da Cunha Penha, comandante do 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Riachuelo), durante o treinamento de Controle de Distúrbios Civis voltado para a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
                                Foto: Ale Silva / Futura Press
Marinha da Copa das Confederações-1
Exercício faz parte de uma série de treinamento das Forças Armadas em preparação para os grandes eventos sediados no País
O treinamento reuniu cerca de 100 militares da equipe especializada de fuzileiros navais do Complexo Naval da Ilha do Governador, sede da Divisão Anfíbia, o principal núcleo das unidades de operações da Força de Fuzileiros da esquadra. As demonstrações, abertas à imprensa, tiveram o objetivo de mostrar algumas das capacidades do Corpo de Fuzileiros Navais em situações onde for necessária a intervenção do grupo para a segurança das pessoas envolvidas no evento, inclusive atletas, e também de potencial de risco de dano ao patrimônio público ou privado.
“Foi uma pequena demonstração da capacidade dos fuzileiros navais que vão trabalhar durante a Copa das Confederações. Nós fizemos uma pequena demonstração das ações de controle de distúrbios e de prevenção e combate ao terrorismo com vistas a garantir a segurança dos eventos”, disse o capitão de fragata .
Divididas em três etapas, as ações envolveram – além da ação do Controle de Distúrbios Civis, quando foi utilizado um blindado Mowag Piranha – uma demonstração de um posto de controle de trânsito com simulação de vistoria aleatória de uma viatura suspeita, com imobilização e ataque de um cão da raça rottweiler. Também foi empregado farejador da raça pastor malinois, utilizado no vasculhamento do veículo para detectar a presença de explosivos. Por fim, houve uma demonstração do Grupo de Retomada de Ações Especiais, que simulou o resgate de um atleta mantido refém.
                                  Foto: Ale Silva / Futura Press
Marinha da Copa das Confederações
Militar usa camuflagem especial durante treinamento 
do Comando do 1º DN, no Rio de Janeiro
O capitão disse que, do ponto de vista logístico, a Marinha está preparada para apoiar e garantir a segurança dos eventos. “As tropas estão mobilizadas, ultimando os preparativos e adestramentos específicos e, com certeza, a partir do dia 15, quando terá início efetivamente a Copa das Confederações, tudo estará 100% para o desenvolvimento da ação em caso de necessidade.”
Cunha disse que a Marinha terá, durante a Copa das Confederações, o apoio do Grupamento Marítimo responsável pelas ações de segurança na orla marítima da cidade, com a presença de diversas embarcações da Marinha, que farão a inspeção e o patrulhamento naval ao longo da costa.
A Marinha estará presente no Rio de Janeiro, em Fortaleza e em Salvador, três das seis cidades-sede da Copa das Confederações. No caso de Salvador, a Marinha terá o comando das operações de segurança – subordinada ao Segundo Distrito Naval.
FONTE: Agência Brasil

ÁGATA 7 - Ações Cívico-Sociais contabilizam mais de 5 mil atendimentos no Sul

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

As Forças Armadas realizaram, de 20 a 23 de maio, Ações Cívico Sociais (ACISO) na região de Caçapava do Sul, integrando a Operação Ágata 7. Os serviços médicos, odontológicos e de assistência social foram levados aos municípios de Lavras do Sul, Santana da Boa Vista e Caçapava do Sul e distritos de Minas do Camaquã e Durasnal.
Ao final dos quatro dias de ACISO naquela região foram contabilizados 4540 atendimentos médicos, 627 atendimentos odontológicos, 811 exames laboratoriais e mais de 17 mil medicamentos distribuídos.
A Força Aérea Brasileira participou com dois clínicos gerais, uma ginecologista, um dentista, um farmacêutico e uma enfermeira, todos do efetivo do Hospital de Aeronáutica de Canoas, além de duas assistentes sociais do efetivo do quinto Comando Aéreo Regional.
Atendimentos de saúde
Em Lavras do Sul, os atendimentos médicos e odontológicos trouxeram grande movimento à escola onde era realizada a ACISO. A dona-de casa Gelcineia Rodrigues Bastos levou o filho, Rafael, de 7 anos para uma consulta com o dentista da FAB, 1º Tenente Marcus Vinicius Fioravanti Vaucher. "Normalmente a gente tem que vir para a fila do posto às quatro horas da manhã e, às vezes, às oito horas avisam que não tem mais ficha. Então achei uma maravilha, uma ótima oportunidade", disse a mãe.
Na localidade de Durasnal, que tem cerca de mil habitantes, incluindo uma comunidade indígena de 57 pessoas, foram realizados uma média de 200 atendimentos de saúde por dia. Segundo a técnica em enfermagem do Posto de Saúde do Município, Rosângela Siqueira, a capacidade habitual de atendimento é de 70 pacientes por mês. "Essa ação está sendo ótima porque estão conseguindo atender bastante gente. E aqui não temos médicos especialistas, só clínico geral", explicou a técnica.
Serviço Social
As assistentes sociais do NUSESO, 2º Tenente Marlise Isabel dos Santos e 2º Tenente Jaqueline Isabel Luchetta, realizaram, principalmente, ações educativas e informativas, com palestras e orientações à população. "São comunidades bastante carentes, inclusive com muitas pessoas analfabetas, então precisamos utilizar uma linguagem e uma abordagem que sejam compreensíveis para eles", explicou a Tenente Jaqueline sobre as palestras.
O trabalho das Assistentes Sociais nas ACISO envolveu também a colaboração com outras instituições relacionadas ao Serviço Social.
Ágata 7
A Operação Ágata 7 faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteiras e está sendo realizada em toda extensão da fronteira brasileira com dez países sul-americanos. Militares das Forças Armadas e mais 20 órgãos governamentais realizam ações de vigilância e combate a crimes como tráfico de armas, narcotráfico e contrabando de veículos.


Fonte: ACS COMAR 5

III Arrasta Fé Show trará uma das maiores cantoras católicas do Brasil: Celina Borges

Fé, oração, música e evangelização são as apostas do evento que acontece em Tanabi

Divulgação

A terceira edição do Arrasta Fé Show que se tornou um dos grandes eventos católico de Tanabi e região será marcada com a presença da cantora Celina Borges. O evento acontecerá no dia 22 de junho na praça da Matriz, a partir das 20h, e fará parte do calendário das comemorações do dia da cidade.
Com uma linguagem clara e objetiva, o Arrasta Fé Show que desde 2010 traz consigo a proposta de poder evangelizar através das músicas abrangendo toda comunidade cristã. Trabalhando sempre com excelência, o Arrasta Fé Show, hoje, colhe os frutos desta proposta de evangelização e chega ao seu terceiro ano consecutivo, incentivando, cada vez mais, um vasto público a conhecer a Palavra de Deus, por meio de músicas, pregações e orações.
O evento que é realizado pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição e a colaboração da Paróquia São João Batista e São Cristóvão ambas de Tanabi, tem o apoio da prefeitura municipal. Para este ano a comissão organizadora esta com grande expectativa, já que há diversas mobilizações no meio católico no Brasil.

Por esta razão e pela Jornada Mundial da Juventude – JMJ que acontecerá em julho no Rio de Janeiro, o Arrasta Fé Show também será uma preparação para jornada.  A diocese de São José do Rio Preto mobilizará toda a região para a participação deste evento, já que é um dos grandes eventos católico da região e que faz parte do calendário de eventos diocesano.

Celina Borges, que hoje está no topo da listagem de melhores cantores católicos do Brasil, comparada com grandes nomes da música gospel americana. Suas canções têm permeado diversas classes sociais, segmentos religiosos e faixas etárias, sendo possível perceber através de cada música a mensagem de uma nova vida. Celina Borges celebra a conquista do oitavo trabalho musical, o CD “Tudo Posso”, gravado pela Som Livre (Globo Produções) no final de 2009.  A obra reúne os maiores sucessos de sua carreira e conta com a participação da cantora Adriana e do Padre Fábio de Melo.

Em 2010, Celina recebeu o troféu nacional da música católica, nas categorias “Melhor intérprete feminino” e “Melhor compositor”, seguindo para uma turnê internacional em Londres e cidades próximas para divulgação das músicas que lhe deram este prêmio. 

domingo, 26 de maio de 2013

ÁGATA 7 - (Vídeo) Esquadrão Arara transporta ração operacional do Exército

Renan Contrera
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Uma aeronave C-105 da Força Aérea Brasileira (FAB) trasnportou quatro toneladas de ração operacional do Exército Brasileiro para Porto Velho (RO).


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 – Ação cívico-social em Porto Murtinho (MS) reforma escolas e presta assistência à população

Renan Contrera
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A Ação Cívico-Social (ACISO) realizada na cidade de Porto Murtinho (MS) durante a Operação Ágata 7 tem efetuado diversas ações. Uma delas é a reforma de duas escolas da cidade: a Escola Municipal de Ensino Infantil Primeiros Passos e a Escola de Ensino Fundamental Bonifácio Gomes.
Na Escola Infantil mais de duzentas crianças serão beneficiadas com as reformas que estão sendo realizadas pela Marinha do Brasil (MB) e Exército Brasileiro (EB). Nas obras que iniciaram há poucos dias atrás estão atuando trinta militares das duas Forças Armadas. A Escola necessitava da ação, tendo em vista que foi inaugurada há quarenta anos e a última reforma ocorreu há catorze.
O coordenador da reforma, Tenente Gilson Marcelino da Cunha, do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário (MS), da Marinha do Brasil, explica detalhes da ação realizada. “Esse colégio é o mais antigo do município de Porto Murtinho. Logo, neste local iniciou-se o berço da educação da cidade. Porém, ele estava em uma situação muito precária, apresentando problemas estruturais, elétricos, de limpeza, entre outros. Quando chegamos aqui iniciamos um serviço para reverter todas essas situações, com o intuito de propiciar às crianças melhores condições de estudo”.
O Cabo Adolfo Acunha também atua no Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário. Há onze anos ele saiu de Porto Murtinho, cidade onde nasceu. Agora, ele volta para auxiliar na reforma da escola mais antiga do município e destaca o trabalho. “O sentimento é o melhor possível, pois eu saí daqui quando tinha dezoito anos e, agora, onze anos depois estou de volta, reformando um colégio que realmente precisava e vai ajudar as crianças”.
Já a Escola de Ensino Fundamental Bonifácio Gomes foi atingida há poucas semanas por uma enchente. Para limpá-la, os militares da Marinha e do Exército também trabalharam. Foi realizado um mutirão, tendo em vista que a escola estava totalmente suja, com muitos entulhos. As cercas também foram recuperadas e o sistema hidráulico também foi reformado.
A Secretária de Educação da cidade, Maria Donizete dos Santos, ressaltou o apoio das Forças Armadas ao município durante a Operação Ágata7. “Essa ação veio em um momento de extrema necessidade da nossa comunidade. Nós estávamos passando por um momento de dificuldade, que foi o momento das chuvas. A cidade inteira sofreu com essa calamidade. Por isso, essa ação da Operação Ágata nas nossas escolas é de extrema importância”.
Já na Escola Municipal Tomaz Laranjeira, vários serviços foram prestados à população, tais como: corte de cabelo, orientações sobre o programa Bolsa Família, carteira de passe livre, benefícios do INSS. As crianças participaram do chamado cantinho da leitura e pintura. Já o atendimento médico foi realizado pelo Tenente Murilo Otsubo Yamada, Clínico Geral do Exército.
Essa operação é realizada de forma conjunta pela Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira (FAB), sob coordenação do Ministério da Defesa (MD).


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 - (Vídeo) Helicóptero da FAB intercepta aeronave em Rondônia

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

Um helicóptero da Força Aérea Brasileira interceptou na manhã de quinta feira (23/5) uma aeronave de pequeno porte a cerca de 200 km de Porto Velho, capital de Rondônia.


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 - (Vídeo) Veja imagens exclusivas dos VANTs da FAB e PF em ação na fronteira sul

Renan Contrera
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A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal (PF) utilizam pela primeira vez em ação conjunta aeronaves remotamente controladas, conhecidas como VANTs (veículos aéreos não tripulados), durante a sétima edição da Operação Ágata. A FAB opera duas aeronaves e a PF mais duas, a partir de São Miguel do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná.
Veja as imagens exclusivas da atuação conjunta dos VANTs da Força Aérea Brasileira e da Polícia Federal na fronteira sul do país.


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 – (Vídeo) Forças Armadas e CNEN fiscalizam a entrada ilícita de material radioativo no país

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

Em uma ação inédita realizada na última terça-feira (23/5), a Força Aérea Brasileira (FAB), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Marinha do Brasil (MB) e o Exército Brasileiro (EB) desenvolveram uma atividade conjunta na fronteira com a Bolívia para evitar a entrada ilícita de material radioativo no país.
Inicialmente, o integrante da Comissão Nacional de Energia Nuclear Josilto de Aquino, Doutor em Engenharia Nuclear, fez uma apresentação das atividades desenvolvidas pela CNEN para militares da FAB na Base Aérea de Campo Grande (BACG). O profissional também abordou características que envolvem o uso da energia nuclear em indústrias, agricultura e outros meios.
Em seguida, a bordo de uma aeronave da FAB, o Doutor foi levado até a fronteira do Brasil com a Bolívia na qual militares da MB, em duas embarcações, conduziram e apoiaram-no para fiscalizar barcos que navegavam no rio Paraguai. Após a Marinha abordar as embarcações, o representante da CNEN realizava a fiscalização para buscar possíveis materiais radioativos ilícitos, usando modernos sensores. Assista ao vídeo.
Após as ações no rio, a CNEN também atuou em um posto de fiscalização da Receita Federal na divisa do Brasil com a Bolívia. No local onde já estavam atuando a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e o Exército Brasileiro, em mais uma ação da Operação Ágata 7, Josilto de Aquino realizou a fiscalização em automóveis.
Apesar dos atrasos causados durante a fiscalização, a população aprovou a medida realizada pelas Forças Armadas, CNEN e demais órgãos federais. “É muito positivo esse tipo de trabalho que eles (Forças e órgãos) estão realizando aqui na nossa região. Com certeza nos sentimos mais seguros”, afirmou um dos motoristas de um carro que passou pelo posto.
O representante da CNEN expôs a visão do órgão perante a iniciativa. “Essa é a nossa primeira participação em uma Operação Ágata e, com certeza, realizar esse tipo de ação de controle de fontes radiativas nas fronteiras do país é de grande importância, principalmente pelo fato de estarmos próximos de realizar grandes eventos como uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos”.
Esse foi apenas mais um dia da sétima edição da Operação Ágata, que vai continuar combatendo os ilícitos entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS). A ação é realizada de forma conjunta pela Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira, sob a coordenação do Ministério da Defesa (MD).
Conheça as atividades da CNEN
A União tem o monopólio da mineração de elementos radioativos, da produção e do comércio de materiais nucleares, sendo este monopólio exercido pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
A CNEN é uma autarquia federal criada em 10 de outubro de 1956 e vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Como órgão superior de planejamento, orientação, supervisão e fiscalização, estabelece normas e regulamentos em radioproteção e licencia, fiscaliza e controla a atividade nuclear no Brasil. A CNEN desenvolve ainda pesquisas na utilização de técnicas nucleares em benefício da sociedade.
A missão da CNEN: "Garantir o uso seguro e pacífico da energia nuclear, desenvolver e disponibilizar tecnologias nuclear e correlatas, visando o bem estar da população", traduz a preocupação com a segurança e o desenvolvimento do setor, orientando sua atuação pelas expectativas da sociedade, beneficiária dos serviços e produtos.


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 - Helicóptero da FAB intercepta aeronave em Rondônia

Renan Contrera
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Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou, na manhã de quinta-feira (23/5), um avião de pequeno porte não identificado pelos radares a cerca de 200 km da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O acionamento ocorreu por volta das 9 horas. O helicóptero de ataque AH-2 Sabre do Esquadrão Poti (2º/8º GAV) decolou em menos de 10 minutos da Base Aérea de Porto Velho (BAPV). Veja o vídeo.
“Fizemos um reconhecimento à distância e a foto-filmagem da aeronave para averiguação de dados, além de um acompanhamento por dez minutos. As informações foram repassadas para o controle de defesa aérea e, depois de analisadas, a aeronave seguiu sua rota  normalmente, pois não foram constatadas irregularidades”, ressaltou o piloto do helicóptero.
“Esse tipo de missão, de policiamento aéreo, é rotineira para o Esquadrão Poti na Amazônia Ocidental. O Sabre já foi utilizado na Rio + 20 e será empregado também nos próximos grandes eventos programados para o Brasil”, explicou o chefe da seção de operações do esquadrão.
O policiamento do espaço aéreo brasileiro faz parte da Operação Ágata 7, do Ministério da Defesa, que tem o objetivo de combater o tráfico de ilícitos na região de fronteira.

Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 - FAB e Polícia Federal empregam VANTs em ação conjunta na fronteira com o Paraguai

Renan Contrera
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FAB e Polícia Federal empregam VANTsA Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal (PF) utilizam pela primeira vez em ação conjunta aeronaves remotamente controladas, conhecidas como VANTs (veículos aéreos não tripulados). Durante a sétima edição da Operação Ágata, a FAB opera duas aeronaves e a PF mais duas, a partir de São Miguel do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná.
“O trabalho integrado amplia nosso raio de ação e permite um monitoramento ininterrupto, de dia e noite, em pontos de interesse”, explica o Comandante do Esquadrão Hórus, Tenente-Coronel Aviador Donald Gramkow. Além das ações de inteligência, os VANT`s também apóiam tropas do Exército que se deslocam na região sul. “Se suspeitos usam um caminho alternativo para fugir de uma barreira de fiscalização, por exemplo, nossas câmeras registram e temos condições de acionar o policiamento no solo”, afirma o Cel Gramkow.
Cada aeronave é pilotada de um centro de controle no solo que funciona em contêineres. O pequeno shelter repleto de telas de computadores em rede é dividido por pilotos e operadores de sensores. Câmeras de alta definição podem mostrar em imagens coloridas detalhes de um alvo observado. No modo infravermelho, as imagens em preto e branco permitem identificar pessoas à noite ou escondidas sob a copa de árvores. Pela primeira vez, a FAB também emprega um imageador radar, que pode mapear uma região mesmo com o céu encoberto por nuvens. Todas as imagens captadas pelo VANT durante a Operação Ágata são transmitidas em tempo real ao Centro de Comando das Operações Aéreas, em Brasília.
O VANT da FAB, que pode ser empregado em qualquer ponto do país, tem peso máximo de decolagem de 450 kg, voa por até 16 horas seguidas e tem raio de alcance de até 250 km. Pode voar a uma altitude de até 5.500 metros.
A sétima edição da Operação Ágata reúne as Forças Armadas e mais de 20 órgãos governamentais ao longo de quase 17 mil km de fronteira com dez países sul-americanos.


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 - FAB transporta ração operacional do Exército Brasileiro para Porto Velho

Renan Contrera
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Uma aeronave C-105 Amazonas da Força Aérea Brasileira (FAB) decolou nesta quarta-feira (22/5) do Aeroporto de Ponta Pelada, em Manaus, com destino a Porto Velho, capital de Rondônia. A bordo, quatro toneladas de ração operacional do Exército Brasileiro, além de medicamentos.
A carga foi transportada pelo Esquadrão Arara (1º/9º GAV), que desde o início da Operação Ágata 7 realiza missões de apoio logístico na região Norte do país.  “A participação do esquadrão tem sido intensa. Nós estamos aproveitando essa infraestrutura para dar suporte à missão e ao mesmo tempo treinar os nossos pilotos”, explica o comandante do Arara.
A rotina é puxada para os tripulantes. O avião torna-se quase a segunda casa. Na maioria das vezes, a refeição, rápida, precisa ser feita dentro da própria aeronave, no intervalo entre uma decolagem e um pouso.
“Estamos transportando todo tipo de material, como medicamentos, alimentos e também tropas de militares. O trabalho é bastante árduo, mas para nós é muito gratificante apoiar todos que participam desta missão”, diz o suboficial mecânico da tripulação.


Fonte: Agência Força Aérea

ÁGATA 7 – FAB, Exército Brasileiro e Ibama atuam contra o desmatamento ilegal

Renan Contrera
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No quinto dia da Operação Ágata 7, a Força Aérea Brasileira (FAB), o Exército Brasileiro (EB) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), atuaram em conjunto para combater o desmatamento ilegal em áreas na região da fronteira do Brasil.
Transportados por uma aeronave da FAB e protegidos por militares do Exército, os Agentes Ambientais do Ibama notificaram seis propriedades em função de apresentarem indícios de desmatamento ilegal. Segundo os Agentes, algumas das notificações aplicadas podem acarretar multas superiores a R$ 1 milhão de reais.
O Comandante da aeronave H-60 Black Hawk, do 7º/8º GAV (Esquadrão Hárpia) falou sobre a missão desenvolvida. “Os agentes do IBAMA nos passaram as necessidades para realizar a missão de hoje, ou seja, quais os pontos (clareiras) em que iríamos pousar para efetuar as notificações dos desmatamentos ilegais. De posse desses dados, traçamos a rota a ser seguida”.
O Agente Ambiental do Ibama que realizou as notificações expôs detalhes do trabalho efetuado. “Hoje, juntamente com o apoio da FAB e do Exército, nós fiscalizamos áreas desmatadas, possivelmente com indícios de desmate ilegal. Também notificamos os fazendeiros, visitamos e fotografamos essas áreas e, dessa maneira, comprovamos efetivamente os desmatamentos. Felizmente, esse tipo de atuação conjunta não está ocorrendo pela primeira vez, pois nas Operações Ágatas anteriores também houve essa parceria. Se não fosse o apoio da FAB, nós não teríamos como chegar nessas áreas, pois são de difícil acesso. Os seus proprietários, por exemplo, só conseguem chegar nelas de avião”, afirmou.
O Sargento de um Batalhão de Fronteira do Exército que coordenou a equipe de segurança da missão, composta de quatro militares do EB, explicou o papel da Força Armada na ação. “A nossa finalidade é realizar a segurança dos Agentes do Ibama durante o seu trabalho. Em outras operações já realizadas, felizmente, não houve riscos consideráveis a eles. No entanto, caso ocorra alguma determinada resistência aos funcionários do órgão federal, nós poderemos evitar qualquer tipo de acidente ou incidente às suas integridade física ou moral”.
Essa operação é realizada de forma conjunta pela Marinha do Brasil (MB), Exército Brasileiro (EB) e Força Aérea Brasileira (FAB), sob coordenação do Ministério da Defesa (MD).


Fonte: Agência Força Aérea