quinta-feira, 31 de julho de 2014

Policia Militar prende três por drogas em Tanabi.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com.br

Três individuos foram presos por trafico de drogas em Tanabi na ultima quarta-feira 29 de julho no Covizzi, a equipe da Força Tática fazia o patrulhamento quando avistaram os indivíduos em duas motos, empreenderam, na abordagem tentaram resistir, mas a Policia teve exito de prende-los.

Em patrulhamento a Força Tático no bairro Covizzi na rua Ciderni Zanchi Cabrera, a equipe deparou-se com duas motocicletas tendo quatro indivíduos, um deles sendo um mulher, efetuando venda e compra de droga, sendo que o B.E.B.S, condutor de uma das motocicleta e sua a amásia E.C.O estando na garupa, estava entregando a droga para o garupa da motocicleta Honda/CG 150 Titan Preta, identificado como V.L.S, tendo como condutor E.J.C.

Ao visualizar a viatura tentaram empreender fuga onde a motocicleta conduzido B.E.B.S foi abordado pela Força Tática, em revista pessoal foi encontrado na mão de B.E.B.S a quantia de R$400,00, na sua carteira R$42,00 e com sua amásia R$90,00.

A outra motocicleta, tentou empreender fuga onde os mesmos perderam o controle e sofreram uma queda, sendo abordados pela viatura do Tático Comando,  V.L.S resistiu a prisão sendo necessário o uso de força moderada para conte-lo, em busca pessoal foi encontrado a quantidade de droga e quantia de R$109,25 e com o condutor da motocicleta, E.J.C foi encontrada a quantia de R$21,10.

Diante dos fatos foram feitas diligencias até a casa do pai do B.E.B.S, onde foi localizado um plastico preto e uma fita transparente idênticos ao invólucro da droga. Já na sua casa nada de ilícito foi encontrado.

Todos foram conduzidos tantos as partes e os objetos ao plantão policial, o Delegado de Plantão ratificou a voz de prisão em flagrante de tráfico de drogas. Permanecendo os três indivíduos a disposição da justiça e as motocicletas apreendidas, juntamente com a droga, os celulares e o dinheiro dos três pelo delegado de plantão

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Acidente de trabalho em Tanabi

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

O motorista W.L estava trabalhando com um caminhão basculante (que transporta terra), ele foi verificar o porque a caçamba não estava abrindo e a mesma abril vindo atingir o corpo, que ficou prensado pelo tórax e paarte do pescoço e mandíbula entre o chassi e a caçamba do caminhão.

A empresa é do irmão da vitima, eles estão transportando a terra do terreno do supermercado que abrirar em breve para Avenida Lopes Moreno Lopes em frente ao centro de eventos de uma igreja. 
                                                       Foto: Acervo/Renan Contrera
Os Bombeiros e SAMU foram acionados mas a vitima ja estava sem vida
O sobrinho da vitima estava no local ao perceber que o tio estava prensado, tentou levantar a caçamba, mas já não podia se fazer mais nada.

O Corpo de Bombeiros de Tanabi e o SAMU (Serviço de Atendimento Movel de Urgencia) foram no local mas a vitima ja estava sem vida.

A qualquer momento voltamos com informações.

terça-feira, 29 de julho de 2014

I Guerra Mundial acelerou modernização das Forças Armadas no Brasil

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com.br

Há exatos 100 anos, teve início um conflito militar global sem precedentes, com um nível de destruição e mortandade desconhecido até então. A declaração de guerra do Império Austro-Húngaro à Sérvia, por suposta colaboração do assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono, deflagrou um dos conflitos mais sangrentos e dramáticos da história: a I Guerra Mundial. O embate transformou o mundo e acelerou, por efeitos inesperados, o processo de modernização e profissionalização das Forças Armadas do Brasil.
Antes mesmo de a “Grande Guerra” eclodir, o Brasil já estava atento às inovações que surgiam nos países europeus, buscando formas de expandir seus meios de defesa para assegurar a soberania nacional. Prova disso foi o envio de turmas de oficiais brasileiros à Alemanha, em meados de 1910 (quatro anos antes da Guerra), para ações de treinamento e intercâmbio militar.
Após o início do conflito, o Brasil foi o único país da América do Sul a ingressar na guerra, em 1917, o que impulsionou o protagonismo internacional brasileiro e rendeu ao país participação de grande relevância nas tratativas que levaram à criação da Liga das Nações – instância que, anos depois, daria lugar à Organização das Nações Unidas (ONU).
No pós-guerra, o Brasil passou a investir de forma cada vez mais estratégica na composição de suas Forças Armadas e na criação de escolas preparatórias.
Entenda a I Guerra Mundial e a participação do Brasil no conflito
“A história do Exército começou a mudar com na virada do século XX, quando começamos a mandar oficiais para fazerem cursos na Alemanha. Foi um resultado muito interessante para a organização, especialmente na formação”, afirma o diretor de Patrimônio Histórico do Exército, general Marcio Roland Heise.
Missão Francesa
O Brasil contratou uma Missão Militar Francesa, o que permitiu a modernização das Forças e a incorporação da aviação militar na Marinha e no Exército. No período, começaram a ser utilizados no país os veículos blindados. Ocorreu também a reformulação do ensino do Exército, além da introdução do emprego de armas químicas, entre outros avanços.
“A missão francesa nos auxiliou nessa modernização. Com ela, fomos alçados à condição de um Exército moderno e mais profissional”, explica o general Heise.
Apesar de sua postura não beligerante e neutra em relação à I Guerra, o governo brasileiro se viu sem opções quando, no fim de 1917, navios brasileiros sofreram ataques de submarinos das forças alemãs sob a alegação de que as embarcações nacionais navegavam em áreas restritas.
Após o afundamento de três navios mercantes, sendo o último deles o vapor Macau, que transportava café para a França, o então presidente do Brasil, Wenceslau Brás, decidiu decretar estado de guerra, no qual o país entrava como aliado da Tríplice Entente (França, Reino Unido, Rússia).
“O Brasil já vinha reforçando o interesse em modernizar suas Forças. Depois de ter sido envolvido na guerra, cresceu a necessidade de o país ter uma capacidade robusta de autodefesa e de proteção para dissuadir ameaças”, avalia o professor de Relações Internacionais, Antônio Ramalho, diretor do Instituto Pandiá Calógeras – órgão ligado ao Ministério da Defesa.

Segundo informações da Academia Brasileira de História Militar (AHIMTB), no período da I Guerra, o Exército Brasileiro criou a Comissão de Estudos de Operações e de Aquisição de Material na França, que, sob a chefia do general Napoleão Felipe Aché, buscava absorver a maior quantidade de conhecimentos da Doutrina Militar Francesa e adquirir o material necessário à sua implantação no Brasil.
Além disso, foram enviados soldados da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) que iriam se juntar aos aliados na África. Infelizmente, no caminho, o grupo foi atingido pela gripe espanhola e quase todos morreram antes de chegar ao destino final.


O Brasil também teve participação na I Guerra com o envio de uma Missão Médica do Exército à França, chefiada por Nabuco de Gouveia. Essa missão montou um hospital e organizou o atendimento a centenas de feridos aliados.
Quando acabou a guerra, o hospital foi doado pelo Brasil à França e até hoje pode ser visto no 15e arrondissement em Paris, onde funciona com o nome de “Hospital Vaugirard”. O local, apesar disso, ainda exibe a antiga placa de bronze nome “Hôpital Brésilien” (Hospital Brasileiro).
De acordo com o presidente da AHIMTB, coronel Cláudio Moreira Bento, o tenente José Pessoa, que foi para a França lutar com os aliados e chegou a comandar um esquadrão de soldados turcos, foi o grande destaque do Brasil na I Guerra.
“Era um homem empreendedor, além do excelente trabalho como combatente, trouxe novos conhecimentos ao Brasil, tendo sido o idealizador da AMAN”, explica o coronel lembrando ainda que, na época, José Pessoa recebeu inúmeros elogios de seus comandantes franceses.
A Grande Guerra
Em 28 de julho de 1914, o Império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia, por suspeitar do envolvimento do governo eslavo no assassinato do herdeiro do trono, arquiduque Francisco Ferdinando. Era o início do maior conflito visto até então pela humanidade. Na época, o mundo vivia uma aparente situação de paz, mas a política de alianças secretas entre as principais potências europeias no final do século XIX levou a uma corrida armamentista.



“As alianças contraditórias entre os países europeus eram insustentáveis e acabaram culminando nessa guerra que todos acharam que seria uma guerra curta, mas acabou se tornando uma das mais dramáticas da historia mundial”, avalia Antônio Ramalho.
Além disso, a Alemanha e a Itália queriam expandir sua zona de influência para ter maior acesso a matérias-primas e mercados, enquanto eslavos e árabes lutavam para sair do jugo dos Impérios Austro-Húngaro e Turco-Otomano, respectivamente. Por essa razão, para muitos historiadores, o assassinato de Francisco Ferdinando foi apenas um pretexto para o início do conflito.
A guerra, inicialmente concentrada na Europa, acabou envolvendo o mundo inteiro, já que a intolerância geral imperava e forçava os países neutros a assumiram uma posição contra ou a favor da Alemanha.
O conflito se deu, sobretudo, em trincheiras, nas quais os soldados, em condições insalubres, chegavam a ficar meses de prontidão.
“Inicialmente, a expectativa era de ser uma guerra curta, especialmente por causa da expansão das inovações tecnológicas no mundo, como carros blindado, submarinos, aviões sendo usados como equipamento militar e armas químicas. Mas, o que se viu foi uma guerra longa e sofrida, especialmente no período das trincheiras”, diz o professor de História Contemporânea da Universidade de Brasília (UnB) Thiago Tremonte.
“A guerra de trincheiras é o que mais marca esse tenebroso confronto. Além das condições absurdas em que os soldados ficavam ali, o espaço que separava os dois inimigos era terra de ninguém: o inimigo poderia estar a poucos metros de distância sem ser visto, o que gerava uma sensação de pavor constante”, conclui o historiador da UnB.
Fotos: BIBLIEx. O Exército na História do Brasil V3/ Diretoria do Patrimônio Histórico da Marinha

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Marinha do Brasil celebrou os 100 anos da Força de Submarinos

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com.br
Fotos: Luiz Padilha/Defesa Aérea & Naval


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CA Olsen, Comandante da Força de Submarinos,Carlos Ivan Simonsen Leal, Presidente da FGV, Ministro da Defesa, Celso Amorim, Comandante da MB, AE Moura Neto e AE(RM-1) Alfredo Karan, Ex-Ministro da Marinha
A Marinha do Brasil celebrou o centenário de sua Força de Submarinos em solenidade realizada
 na última terça-feira (22), na Base Almirante Castro e Silva, na Ilha de Mocanguê, no Rio de 
Janeiro. O ministro da Defesa, Celso Amorim, participou da cerimônia e destacou o momento 
auspicioso por qual passa a Força Naval com o desenvolvimento do primeiro submarino de 
propulsão nuclear do país.
100anos-CA-Olsen
CA Olsen
O comandante da Força de Submarinos, almirante Marcos Sampaio 
Olsen, enfatizou o poder robusto deste tipo de embarcação. “Desde o 
emprego em guerras, o submarino afundou mais navios do que 
qualquer outro meio de destruição”, disse.
E completou: “Esta secular organização militar singrou uma existência
 de densa e efetiva evolução na operação e manutenção de variadas
 classes de submersíveis e submarinos, logrou assimilar o controle
 das atividades de escafandria, mergulho saturado, mergulho de
 combate, socorro e salvamento de submarinos sinistrados e medicina
 hiperbárica”.
O almirante lembrou que a Força de Submarinos faz parte da estratégia
 de defesa do Brasil na área marítima e ressaltou a “abnegação” e o
 “amplo sacrifício” dos militares que trabalham nela. Durante o 
evento, submarinistas com mais de 16 mil horas de imersão receberam
 diplomas de mérito.
Na ocasião, o ministro Amorim, juntamente com o comandante da Marinha, almirante Julio 
Soares de Moura Neto, participou de lançamento de selo dos Correios e obliteração de 
carimbo, ambos alusivos ao centenário. Também foi apresentado ao público o livro comemorativo 
aos 100 anos da Força de Submarinos e a medalha confeccionada pela Casa da Moeda do Brasil.
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Ministro da Defesa Celso Amorim, inutiliza as matrizes da moeda comemorativa dos 100 anos da FORSUB
Além disso, as autoridades participaram do descerramento de placa no obelisco feito em
 homenagem ao centenário da Força de Submarinos.
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Ministro da Defesa Celso Amorim junto com o AE Moura Neto descerram a placa comemorativa no obelisco construído para os 100 anos da FORSUB
Histórico
Em 17 de julho 1914 foram incorporados três navios da classe “Foca” e criada a Flotilha de 
Submersíveis. Nascia, assim, a Força de Submarinos, que tem como missão exercer o controle 
operativo dos submarinos no mar e das atividades de mergulho da Marinha. A atual denominação 
veio apenas em 1963.
A Força compreende o Comando, a Base Castro e Silva, o Centro de Instrução e 
Adestramento almirante Átilla Monteiro Aché (CIAMA), o Grupamento de Mergulhadores de
 Combate (Grumec) e os seguintes submarinos: quatro da classe “Tupi”, um “Tikuna” e um de
 socorro.
De acordo com o comandante Marcos Sampaio Olsen, a trajetória centenária aguarda os 
desafios de “absorver a preparação e a capacitação requeridas para operar o primeiro submarino 
com propulsão nuclear projetado e construído no Brasil, por brasileiros”.

100-anos-submarinos
Desde 2008, o Brasil conta com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que 
além do submarino a propulsão nuclear, prevê outros quatro convencionais diesel-elétrico.
 Para viabilizar tais tecnologias, em 2010 iniciou-se a construção do Estaleiro e da Base Naval de Submarinos, em Itaguaí (RJ).
FONTE: MD via Defesa Aérea & Naval

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Pilotos da Esquadrilha da Fumaça participam da Air Tattoo na Inglaterra

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com.br
Fotos: Ten Capuchinho/EDA
 Representando a Esquadrilha da Fumaça, dois pilotos participaram de uma das maiores feiras de aviação militar do mundo, a “The Royal International Air Tattoo”, entre os dias 11 e 13 de julho, na Inglaterra. O Capitão Aviador Marcos Mendes Conrado Veiga e o Tenente Aviador Thiago Romeiro Capuchinho tiveram a oportunidade de trocar experiências com equipes de 28 países e prestigiar mais de oito apresentações de esquadrões de demonstração aérea, como a Red Arrows (Inglaterra), que comemorou seus 50 anos durante o evento, Frecce Tricolori (Itália), Patrouille de France (França), Orlik Aerobatic Team (Polônia), Royal Jordanian Falcons (Jordânia), Patrouille Suisse (Suiça), Breitling Jet Team (França) e Breitling WingWalkers (Inglaterra).
 Para o Capitão Conrado, “a oportunidade foi extremamente interessante para conhecer o trabalho das outras equipes do mundo, presenciando experiências de como outros esquadrões se organizam e realizam suas apresentações. A última vez que a Esquadrilha participou deste evento foi em 2008 e foi importante representá-la para manter vivo o nome da Fumaça e da Força Aérea Brasileira em um evento de tão grande porte”.
O Tenente Capuchinho também ressaltou a relevância da participação. “Conhecemos como foi realizada a organização de um grande evento de aviação. Todas as experiências adquiridas serão agregadas ao nosso dia a dia e adaptadas à realidade de nosso Esquadrão. O que nos chamou mais atenção foi o reconhecimento da Fumaça no exterior, pois os participantes logo sabiam que nós éramos integrantes ao ver nosso uniforme com o símbolo da Esquadrilha”. O Esquadrão não participou com demonstração aérea em função da implantação operacional da aeronave A-29 Super Tucano em andamento.  
Red Arrows voando com líderes de esquadrilhas do mundo
Red Arrows voando com líderes de esquadrilhas do mundo
Frecce Tricolori - Itália
Pilotos da Fumaça com integrante da Frecce Tricolori
Integrantes da Fumaça com equipe da Red Arrows, da Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Red Arrows - Inglaterra
Patrouille Suisse - Suiça
Patrouille Suisse - Suiça
Capitão Conrado com integrantes da Red Arrows
Tenente Capuchinho com integrantes da Red Arrows
Equipe da Royal Jordanian Falcons, da Jordânia, com pilotos da Esquadrilha da Fumaça
Piloto da Orlik Aerobatic Team, da Polônia, com integrantes da Fumaça
Orlik Aerobatic Team - Polônia
Orlik Aerobatic Team - Polônia
Patrouille de France - França
Patrouille de France - França
Patrouille de France - França
Patrouille de France - França
Equipe da Patrouille de France com pilotos da Fumaça
Equipe da Breitling Jet Team, da França, com pilotos da Esquadrilha da Fumaça
Breitling Jet Team
Breitling WingWalkers - da Inglaterra
Breitling WingWalkers - da Inglaterra